Voltar contigo?
Não sei…
Não digo que desta água
Não mais beberei
Pra não correr o risco
De vir, ainda a ser ridícula.
Pois é falar
E pagar.
Mas no que depender de mim
Eu vou tentar adiar
O mais que puder
Este momento.
Clotilde Sampaio
Suzano, 27/12/85, sexta-feira.
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