...(“Oh! tanta cinza morta... o vento a leve!
Vou sendo agora em ti a sombra leve
De alguém que dobra a curva duma estrada...”)
FLORBELA ESPANCA
Para o Sr. Domingos Nunes
NÃO mais estar... Na tua companhia.
Nem mais te ver. (Os teus olhos... me vencem!)
Sequer pisar, ou estacionar nas guias...
Nem nas calçadas... Que sei: te pertencem.
Este, o Ideal! De mais uma Teoria,
Que oponho às tuas. (Não mais me convencem.)
Por mais perito, não me enganarias:
(Por, só verdades, - mais me ganharias!
Por... “não poderes”, não me perderias.)
- “Drogas?... Estou fora”. – Que “penses”... Que “pensem”...
Também “pensei”-te, o meu... Deus!!! – (No começo.)
Tanto! Que, até, comecei... pelo avesso:
- Te... me confiei!!! (Sem vencer... Tentações.) .............
...Quantas contradições! – Nos teus verbos... Em teus atos...
“Boatos”, nos quais não cri... – Ouvi-senti, em... Fatos.
- Não me és... QUEM!!! “pensei” ser...
- Não sou... “quem” me “pensas”... “eu”, ser.
- Grata! (Pelas... LIÇÕES.)
Clotilde Sampaio
Suzano, 17/12/1990.
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