1) Será que eu versejo? Ou será que eu poeto? “Pauliceia? Só utopia. Privilégios? Só boato. Força-motriz mesmo e o trato desta constante euforia e desta eterna alegria”.
2) Ai, Gohonzon, Gohonzon, eu estou com uma dúvida tão grande... Gostaria de não ter mais religião nenhuma. Porque, no fundo no fundo, tenho dúvidas de todas. E o pior, é que essas dúvidas são bem fundadas. Num sei. Eu não acredito mais em nada. Tudo o que eu tenho feito ultimamente, é só por fazer. Sem nenhuma convicção, sem nenhuma paixão. Mas: vou rezar mesmo assim. Quem sabe eu consiga me reencontrar? Me ajude, Gohonzon. Se tu és verdadeiro me ajude a sair dessa o quanto antes. Que eu já não me suporto mais assim.
3) Ah! Gohonzon, Gohonzon. Estou cansada da vida, Gohonzon. A coisa mais triste que pode existir, é uma pessoa sem fé. E me roubaram a fé. O que é que eu faço, Gohonzon? Antigamente, ainda eu tinha espírito de procura, coragem para continuar procurando coisas novas, fazendo novas tentativas, desejando conhecer o desconhecido. Agora nem isso mais eu tenho. Procurar mais o que? Tentar mais o que, se tudo acaba sendo a mesma coisa?
4) Antoninho Mattos... não foi só o mulato mais lindo que eu conheci na Bahia como também em toda a minha vida.
Clô
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