1) Se eu fosse aproveitar o dia de hoje só para escrever teria escrito bastante pois, levanto-me muito inspirada. Mas passei o dia sem fazer nada, só lendo as três revistas “AFINAL” que o Ita trouxe ontem (que por sinal, não gostei) e nem fiz nada, nem escrevi nada. Mas entremeando a ociosidade só senti muitas, muitas, muitas saudades e preocupações com a Vitória. Por que será que ela não vem? O que estará acontecendo? É estranho, muito estranho todo este distanciamento dela para conosco, seus familiares. Eu não estou preocupada que ela me pague as máquinas até o fim do ano, ou não. Nem estou exigindo, nem estou cobrando nada. O que eu quero é que ela não se sacrifique tanto assim por causa de dinheiro. Não vale a pena pois dinheiro não é tudo nem vale tanto quanto a saúde, a felicidade e a vida dela. O que eu só desejo para ela e para todos os meus filhos é que sejam felizes e se realizem como pessoa.
2) De repente esta febre, esta epidemia de Constituição e Constituinte que não acaba mais. Em qualquer canal ou em qualquer hora ou programa em que se ligue a televisão é Constiuição, é Constituinte. Jornais idem, revistas idem, escolas idem. Que coisa! Em todos os meus quarenta e cinco anos nunca vi isso. É moda, é estatus, é doença, estas duas palavras. E alguns dizem que teremos que votar nas pessoas encarregadas de fazê-la. Para quê? Se, no fim, acaba ficando tudo na mesma? É só perda de tempo. No fim, só servirá para desviar as nossas atenções contra alguma coisa muito feia que estão fazendo contra nós e que não queiram que a gente saiba. É o Brasil! Se a gente for pensar em toda a sujeira que existe por trás de muita coisa, a gente acaba ficando louco e não vive. O melhor é não se levar nada a sério e ir levando a vida sem se deixar influenciar. Para quê? Se a gente é importante para poder consertar ou mudar as coisas?
3) Graças a Deus, conforme explicações dadas por sua uma das professoras da Dinorá, finalmente descobrimos que Lilinha é autista. Assim, dos males o menor.
Clô
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