terça-feira, 12 de março de 2024

Pelô 11/02/92 terça-feira

1) Oca, no vazio do vácuo. Sem o mínimo de conteúdo, sem alma, sem aura, sem eira nem beira. É como fiquei todos estes dias desde que parei de rezar, isto na quarta-feira passada, que amanhã faz 8 dias. Hoje voltei a rezar, e assim que rezei os primeiros 2 gongyos e 3 mil daimokus, já era outra. Ou seja, já me senti, com conteúdo outra vez. E o Gohonzon não tem jeito. Por mais que eu queira me afastar do Gohonzon, é das obrigações que tenho para com ele, ou melhor, para comigo mesma, diante do Gohonzon, não há como fugir. Sou eu que preciso do Gohonzon. Ainda tenho alguma coisa pra realizar, ou para terminar com Ele, por isso ele não me permite, não me dá licença para escapar, ou, para partir sozinha, ainda. Hoje fiz 6 gongyos e 9 mil Daimokus para a saúde de Jânio que, segundo o jornal de ontem, foi internado na terça-feira no Albert Einstein, outra vez, e no domingo passou muito mal, e ontem segunda-feira esteve bem melhor, graças a Deus e ao Gohonzon, e ao Namyohorenguekyo, que hão de curá-lo completamente do mesmo jeito que curaram Dona Pivida, e do mesmo jeito que me curaram e que curam sempre que preciso dele. Se estou viva, e se ainda consigo passar algumas horas bem comigo, e com a vida, é só mesmo às custas do Gohonzon e do Namyohorenguekyo. Se não fossem por isso eu já não estava mais aqui, viva como ainda estou, desde há muito tempo. O Gohonzon e o Namyohorenguekyo é que me sustentam, e que me dão esta energia vital que me inflam o meu corpo, para continuar viva. Sem isso eu já seria cadáver há muito tempo. Por isso é que eu não posso deixar de rezar, nem posso abandoná-lo, e me transformar num ser vegetativo, à caminho da morte total, e sob muito sofrimento. Namyohorenguekyo, Namyohorenguekyo, Namyohorenguekyo, muito obrigada Gohonzon, pela saúde dos meus filhos, pelo bom encaminhamento de todos eles, pela saúde do Jânio e pela minha saúde.

                                                                                                                                                              Clô

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