(“... Que tudo neste mundo se reduz
A ver os astros cintilar na lama!...”)
FLORBELA ESPANCA
Para o Doutor Procurador do Município do Salvador.
Só depois... Pude entender:
Foi de espertalhão... A ingênuo.
E... Sem por onde correr...
Safou-se. Não mais. Bem menos.
Ousou desaparecer...
Sem deixar qualquer aceno.
Como se pudesse ser...
...Salvador... É tão pequeno!
(?)... Por quais fins... Reconduzido (!)
(Inda os poluídos... Mesquinhos?...)
Ao vibrar... Destas paredes?
Ver-lhe... é Três... Olhos Compridos.
Atraídos, quais peixinhos,
Sem porquês... Pra minha rede.
Clotilde Sampaio
(Brotas, Salvador, 02/01/1989)
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